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O poeta,
este ser circular
como fosse uma roldana
a içar das profundezas
a água de dessedentar exageros.
Ser andejo das sensações
passarinhador de sentimentos

Ah, o poeta!
Sujeito despercebido dos ponteiros
desencontrado das retas
desajustado dos limites...
Espantalho destoado
a povoar plantações.


Eva VilmaImagens cósmicas, eternizadas, podem livrar o sujeito de ser descartado junto com os dejetos da sociedade de consumo. O afeto familiar, as lembranças de infância, opõem-se à superficialidade dos contatos virtuais. A poetisa exprime o desejo de que o tempo seja vivido radicalmente enquanto kairós, antes que seja deletado.