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| Foto: Divulgação FCMS |
A peça retrata um drama de inclusão social que passa em Saint Louis, no Missouri, sul dos EUA nos anos 30, no auge da depressão que abalou o sistema financeiro mundial, vive a família Wingfield composta por Amanda, Laura e Tom, que vivenciam horrores íntimos que reprimem e que tentam, sem sucesso, esconder uns dos outros. Como resultado, a peça revela a história de uma família em que as vidas formam um triângulo de desespero silencioso, em que cada um luta com sua versão individual do inferno, tentando simultaneamente escapar da força gravitacional da patologia do outro.
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| Foto: Divulgação FCMS |
“Quais são as consequências em cada um de nós, oprimidos, é o que trata a peça. Por outro lado, sob o viés estético, essa montagem não procura iludir ninguém com assombros realistas/naturalistas, neste caso a expressão é fundamental”, esclarece Góis. “Esse espetáculo é fruto do trabalho de um grupo de professores atentos à expressão cênica num conjunto de estéticas, é fruto do curso de licenciatura em Artes Cênicas da UEMS, no qual as expressões teatro e dança são desenvolvidas em conjunto. A “realidade” percebida hoje, início do século XXI, no Centro-Oeste do Brasil não condiz com o “voyerismo” cinematográfico, é preciso usar a cinestesia para expressar estados d’alma. Movimento aliado à expressão para tocar a alma do sul-mato-grossense. A adição de camadas de significação, nem sempre na mesma direção, procura enriquecer os sentidos da percepção de cada um dos espectadores”, esclarece o diretor.
A peça tem texto de Tennessee Williams, Direção de Marcus Villa Góis, elenco composto por Glaucia Pires, Marcos Gautto, Clara Mendes e Yuri Tavares. Figurino de Fábio Maurício, Cenográfia de Haroldo Garay, Trilha sonora de Bruno Loiacono, Operação de áudio com Mateus Lomando, Producão e Iluminação de Pietro Lara, Designer Gráfico e Video Maker: Jamille Fortunato, Imagem do Telão Frontal de Luara Arguelho.
Serviço – Os ingressos devem ser retirados uma hora antes do inicio do espetáculo na bilheteria do teatro. O Centro Cultural José Octávio Guizzo fica localizado na rua 26 de Agosto,453, entre a avenida Calógeras e a rua 14 de Julho.
Contato para a Imprensa:
Marcus Villa Góis: 8174-3369
Texto: Jefferson Benício
Fonte: FCMS



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