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Recebi este e-mail do meu irmão amigo Sandrinho e resolvi compartilhar.

Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.

O resfriado escorre quando o corpo não chora.
 A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
 O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
 O diabetes invade quando a solidão dói.
 O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
 A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.
 O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
 A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
 As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
 O peito aperta quando o orgulho escraviza.
 A pressão sobe quando o medo aprisiona.
 As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
 A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
 
 Preste atenção!
 
O plantio é livre, a colheita, obrigatória !

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